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Estrela Poesia

A vida se faz caminhando,cada dia cada hora é único,mas sempre de mão dada com o amor

Estrela Poesia

A vida se faz caminhando,cada dia cada hora é único,mas sempre de mão dada com o amor

Cantar

Sob o sol a pino

A água de exílio

Por estradas brancas

Quanto Passo andado

País ocupado

Num quarto fechado

As portas se fecham

Fecham-se janelas

Os gestos se escondem

Ninguém lhe responde

Solidão vindima

Sophia de Mello Breyner

Desejo

Quando o luar cai no coração das flores,

E elas,alegremente,aspiram essa luz

Em golfadas de anseio,e o sorriso de jesus

Parece envolver-lhe a haste em capitosas cores

 

-Eu baixo o meu olhar doidamente tristonho

E sinto na minha alma a febre da loucura.

Pois desejava ter um grandioso sonho.

Onde a desejasse,alegre,a luz duma aventura.

 

 

João Crisostomo

 

Fome

 A Fome caminhando pelas ruas

Aninha-se nos olhos das crianças

De corpos ávidos de ternura

Onde toda a esperança vai morrendo

Mergulhada em pântanos de dor

Sem leito,sem logica.

Um dia chegará o silêncio

E um grito ecoará: ONDE ESTÂO OS HOMENS?

 

Outra Definição de Saudade

Qualquer música melodiosa

Liberta uma fragância de saudade

Uma inebriante esperança ditosa

Na corrente da sensibilidade.

À luz amena de uma melodia

Desabrocham flores de amendoeira

È o êxtase,elixir da simetria

Na claridade de uma manhã soalheira.

A saudade é uma bandeira verde

De  idílico mar do sonho de ser de

Um mundo de paz e meigo altruísmo

É vanguarda emocional de idealismo

E amor,serenidade e quietude

Num lar de harmonia e planitude.

Livro Mar de Manhãs

 

O TEU DIA

Olá Amor,hoje falo para ti
Como todos os dias,com carinho
Do Amor que nos une,o caminho
Pecorrido,a amizade o desejo!
Sim,pois com ele, plantamos os frutos
 Em nós,prova desse Amor
Grande e forte,que constituímos
Em perfeita Harmonia,de sentimentos
Os mesmos que juramos,perante Deus
Muitos caminhos corridos,de preocupação
Mas aqui estivemos! Sempre de pé,com Amor
Para enfrentar,obstáculos e privações!..
Sim algumas,mas com coragem.
Hoje os filhos,voaram do ninho,vieram os netos
Aqui estamos nós felizes e contentes
Por mais um, ser ultrapassado!..
Agora Amor,começam a vir,
Os primeiros cabelos brancos,e rimos
Sim de coisas lindas, do teu braço amigo
Para me acolher,e proteger, neste teu dia!..
Eu digo obrigado pelo carinho,boa companhia
Por me aturares, nas horas boas e más.
Vamos chegar,à idade que Deus queira,ele sabe
Mas sempre como até aqui,unidos por este Amor
O mesmo que nos uníu aos anos dourados.
Sim aos tenros anos e por aí adiante.
Para ti o meu beijo de afecto carinho e Amor!...
Sim muito,mereces

estrelapoesia

Adoro-te

Quando  me dizes

Com palavras que não conheço

O amor que me tens

E escondes no nevoeiro

Essa mão grande que me segura

O abraço que me guarda

O coração que me sente

Há a ternura dos teus olhos

Cegos de nada verem

cansados do vazio

Que nos une

Até ao fim do que quisermos

Nem que a noite seja eterna

Ou o dia já ali

Uma hora,um minuto,um istante

é infinito só de ser momento em nós

Poema da filha

Paula Ramos Nogueira

Silêncio da Noite

No silencio da noite

Explorei teu olhar

Do cèu centilante

Vi uma estrela a Brilhar

Que confundi com o teu olhar

Meu olhar ficou presso!Aõ teu

De magia enamorada!

Senti nessa noite..A magia!

De por ti Ser amada!...

Eu por ti apaixonada

estrelapoesia

Encontrar

Pecorri estradas caminhos

Para ver se encontrava

Depois de muito caminhar

Fiquei feliz por encontar

Senti que ali estavas!.

senti que não foi em vão

Pois era o sentir de amar e ser amado

estrelapoesia/lisa

As palavras que nos Beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O,Neill

Alamo

Era Outono!

As folhas ressequidas

dançavam sem destino

embaladas pelo vento!

Seriam Lágrimas de despedida?!

 

Ou seriam antes

Cabelos embranquecidos,

Pagando tributo

Na passagem pelo tempo?!

Retalhos do Tempo

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